IA promove melhor experiência para consumidores e torna empresas mais lucrativas

Independentemente do tamanho ou tipo de uma empresa, seus executivos geralmente procuram meios para ajudá-la a operar da melhor maneira possível. Para isso, é preciso estar de olho em tendências de mercado, como é o caso da Inteligência Artificial (IA).

Se os funcionários perderem muito tempo com processos prolongados e burocráticos ou com tarefas complicadas, será difícil se adaptar aos desafios. Ao mesmo passo, se os clientes não tiverem uma boa experiência com a companhia, deixarão de fazer negócios com ela.

É aí que entra a IA, que pretende não só desburocratizar as atividades nas empresas, como também promover um atendimento agradável para os consumidores das marcas. Entenda!

O contexto atual da tecnologia no meio empresarial

Um estudo recentemente divulgado pela Accenture Research mostra o impacto da IA em 12 economias desenvolvidas. O instituto avaliou o efeito dos recursos tecnológicos em 16 setores e descobriu que eles podem aumentar as taxas de rentabilidade em uma média de 38 pontos percentuais e pode levar a um aumento econômico de U$ 14 trilhões até 2035.

O Accenture Research mostra a IA como uma coleção de múltiplas tecnologias, que permitem que as máquinas percebam, compreendam, ajam e aprendam por conta própria.

Os pesquisadores ainda afirmam que a IA é um novo fator de produção e tem o potencial de introduzir novas fontes de crescimento na economia, alterando a maneira como o trabalho é feito e reforçando o papel das pessoas para impulsionar o desenvolvimento nos negócios.

Na prática, a inteligência artificial não deve ser vista como uma ameaça para os empregos e funções dos humanos, mas sim como um complemento e facilitador para as empresas.\

 


IA na experiência do consumidor: equilíbrio entre personalização e privacidade

A IA possibilita que os consumidores tenham uma melhor experiência de compra e isso só acontece porque dados podem ser analisados e cruzados.

Imagine, por exemplo, que você está fazendo pesquisas sobre determinada cidade turística no Google. Não é de se estranhar se daqui a algumas horas aparecerem anúncios de hotéis da localidade na timeline do seu Facebook, por exemplo.

Isso é interessante para o consumidor, uma vez que a sua vida será facilitada. Os robôs rastreiam os dados e automaticamente conseguem os melhores resultados para cada consumidor, em sua individualidade.

Porém, a personalização pode parecer assustadora para muitas pessoas. Até que ponto é ético ou legal uma empresa se apoderar de tantos dados de um consumidor? Essa é uma questão que já vem sendo debatida há alguns anos na Europa e nos Estados Unidos, por conta da implementação do General Data Protection Regulation (GDPR).

No Brasil, o assunto também está em alta, uma vez que uma legislação similar ao GDPR entrará em vigor em 2020. Trata-se da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Com essa regulamentação, as empresas passarão a ter mais limitações no uso das informações dos usuários.

Os consumidores passarão a ser proprietários dos seus dados e as empresas só poderão utilizá-los com a devida autorização. Apesar de ser necessário atualizar as suas políticas, isso é benéfico para as organizações.

Os recursos de IA só poderão utilizar dados de quem realmente está engajado e disposto a compartilhar informações com a marca. De tal modo, a personalização poderá ser ainda mais eficiente e a linha tênue dos princípios éticos desaparece, uma vez que o usuário autorizou o uso de suas informações.

Números que comprovam o crescimento da IA nos próximos anos

Se você ainda duvida do potencial da IA para os próximos anos, veja alguns números que foram apresentados em um estudo divulgado pela revista Forbes:

  • 73% dos executivos seniores entrevistados veem o aprendizado da máquina e a automação de atividades como uma área em que devem investir mais;
  • 71% das empresas americanas planejam alavancar mais as ferramentas de IA;
  • 82% dos tomadores de decisão nas áreas de TI e negócios afirmam que todas as empresas devem ter uma estratégia de IA bem definida;
  • 66% dos especialistas entrevistados disseram que confiariam totalmente em serviços de IA.

Não resta dúvida! A IA é o futuro das organizações, que cada vez mais deverão apostar nesse recurso para se tornaram mais lucrativas, sem que isso prejudique o atendimento aos clientes. Pelo contrário, eles perceberão melhorias na forma como as empresas se relacionam com eles.

Continue se informando em nosso artigo que explica o que é a inteligência artificial e quais são as suas possíveis aplicações.

 

Sobre o Autor:

Thiago Garcêz
Eu e meus sócios fundamos a Escotta, consultoria parceira da SAP, com alto nível de serviço e senioridade, buscando sempre entregar resultados significativos e as melhores experiências aos nossos clientes. Com mais de 10 anos de experiência internacional, sou apaixonado por tecnologia, marketing e desenvolvimento de negócios. Na Escotta eu ajudo a aumentar a presença digital através do marketing além de participar na construção e execução do roadmap de produtos e estratégia do negócio. Saiba mais sobre nós no escotta.com e sobre mim no about.me/tgarcez7

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